Marizá Epicentro é um lugar belo no Sertão baiano onde você aprofunda seu contato com a Natureza de uma forma regenerativa, ajudando implantar uma agrofloresta que um dia será um "Jardim de Éden no Sertão".

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Album de Marizá Epicentro

Já está disponível o álbum virtual do epicentro no link

http://picasaweb.google.com.br/marsha.hanzi

Para matar saudades ou conhecer um pouco mais deste cantinho tão gostoso que é o epicentro. Paz. Thiago.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fotos Visitantes do São João

















Novidades Agrícolas, Marizá 2009

Os primeiros campos

A nossa primeira estratégia nestas areias pobres foi de utilizar as plantas adaptadas que são reconhecidas como “criadoras de solo” :

Ø As Cactáceas ( Palma forrageira)
Ø As Bromélias (Babosa)
Ø As Euforbiáceas ( Fuxico (Aveloz), mandioca, pinhão nativo)
Ø As agaváceas (Sisal)
Ø Árvores (Caju, leucena, gliricídia, as únicas que sobreviveram)

Em solos com um bom conteúdo de minerais ( em Irecê, por exemplo), ou uma grande velocidade de decomposição da matéria orgânica ( na região da mata, por exemplo), esta estratégia seria o suficiente para criar um solo rico.

Isto não foi o nosso caso. Enquanto não acrescentava os adubos minerais ( calcário, pó de rocha, farinha de osso, barro) o desenvolvimento foi muito lento. Nos primeiros anos, mesmo estas plantas resistentes morreram!

Em 2008 adubamos estas primeiras áreas com minerais ( calcária, pó de rocha de Ipriá, farinha de osso caseiro, barro) e neste ano de 2009 fizemos plantio de feijão de corda (detalhes a seguir ). A produção está sendo fabulosa, os pés enormes e saudáveis, com folhas imensas. Esta plantação resistiu ao ataque de largatas (filhos de borboletas) que destruiu vários campos de feijão na região.


{Fotos desta área antes e depois da chegada das chuvas}






Mas tem um problema anímico com este modelo de implantação: não resta espaço para o homem! Uma plantação quadriculada cheia de plantas com espinhos e leite que queima não convida você a entrar, sentar, contemplar.

Assim este ano começamos a trabalhar com uma outra estratégia:

Jardins Agroflorestais

Dividimos pequenas áreas ( de 300-400 metros quadrados) com cercas de fuxico, cada constituindo um novo “jardim”. Cada área é única, com manejo diferente. Em um cercamos a área toda com galhos de cajueiro que pegamos no terreno do vizinho já que este material ia ser queimado, fornecendo assim quebra-ventos e suporte para trepadeiras.

Cavamos buracos de 40X40X40 nas bordas, enchendo estes com cama de galinheiro, cascas de castanha de caju carbonizadas, folhas de caju, e os minerais
( calcário, pó de rocha de Ipirá, farinha de osso caseiro, barro).

Plantamos tipos de abóbora diversos nestes buracos, com milho na borda de cada.

Com o ataque das largatas ( não lembrei a tempo de aplicar cinzas a tempo – em uma noite estas largatas podem destruir uma planta), ficaram somente as plantas mais resistentes, que se mostraram ser as plantas mais adubadas ( e que fornecerão as sementes para o plantio do ano que vem!). Assim as lagartas estão sinalizando fraquezas ainda do solo. Tenho certeza que o ano que vem, depois do tempo destes adubos lentos serem melhor incorporados no solo, a resposta vai ser mais positiva.

Mesmo assim, pelo que restou ou regenerou, parece que vamos ter abóbora suficiente para o ano. As abóboras podem ser guardadas até cinco meses.
É interessante apontar que os vizinhos dizem que aquelas culturas que sobrevivem o ataque de lagartas produzem melhor do que antes! Estamos observando as abóboras que estão regenerando- se as chuvas forem demoradas ( chegando até setembro) ainda há esperanças que produzem.

No centro deste primeiro jardim, que tem declive e conta com uma das manchas piores de solo da propriedade, fizemos três canteiros em meia-lua { fotografias março- maio deste canteiro} adubados com cama de galinheiro, os adubos minerais e folhas secas. Nestes canteiros foi semeada uma policultura de hortaliças, sorgo e amaranto gigante, uma nova cultura muito interessante. Os resultados foram um desapontamento- germinação perto de zero! Fizemos uma segunda adubação e apareceram alguns amarantos e alguns pés de melancia e abóbora que estão produzindo bem.

Vamos continuar a concentrar adubos orgânicos nestes canteiros que devem dar uma boa produção até o ano que vem.

(Neste terreno, o milho não passou de 30 cm o ano passado!

O local é lindo: colocamos uma fileira de pedras grandes no pé de cada canteiro para impedir a perda de água por causa do declive. Estes pedras fornecem um ótimo lugar para sentar e contemplar a paisagem...

Em cada buraco para a abóbora estão nascendo árvores que vieram como semente na cama de galinheiro: leucena, algaroba, pinha, cajá. Muitos vão ficar. Assim este jardim vai ser rodeado por árvores no futuro próximo, se sobreviverem o verão. Não pretendo irrigar este jardim, contando somente na capacidade dos adubos orgânicos de absorver as chuvas.

Há outros jardins:
Ø um perto da cozinha que recebe água da pia, que servirá para irrigar algumas árvores mais “nobres”, especialmente cítricos e pinhas, que não sobrevivem aqui sem irrigação;
Ø um que foi esculpido para toda a água da área ir para alimentar um pé de umbu no seu centro. A terra escavada foi jogada em cima de muitos galhos, formando uma borda que serve de quebra-vento e suporte para batata-doce;
Ø um com muitas flores e canteiros, perto do imenso cajueiro, se beneficiando do adubo e sombra deste velho gigante;
Ø um na área plana de baixo, onde a terra é um pouquinho melhor, que foi também rodeado por buracos para abóbora, o restante plantado com um feijão (caxangá), presente de um visitante de Jacobina. Como o feijão não criou volume, plantamos feijão de corda nos intervalos. Parece que esta estratégia vai dar certo, o feijão de corda ficando para cobrir o solo, depois que o primeiro feijão- de ciclo curto – sair do sistema.
Ø Uma área nova que foi capinada onde os matos indicavam um solo um pouco melhor, onde foi plantada uma policultura visando o gergelim como cultura principal. Foi um fracasso – sobreviveram poucos pés desta policultura. A área foi plantada em sisal ( mudas pequenas) e vai ser adubada com matéria orgânica e minerais para pegar as próximas chuvas em melhores condições.

Percebemos que o salto em produção sempre vem no ano seguinte, assim acredito que todos estes jardins vão ser bem produtivos o ano que vem. Ainda temos os cinco meses de verão para continuar adubando com matéria orgânica e outros adubos da região.

Como esta terra pobre e arenosa não favorece feijão de arranque ( carioquinha etc.) vamos concentrar esta cultura exigente nestes jardins mais adubados e concentrar nossos esforços no feijão de corda, que já produz bem aqui. O feijão de corda vem da África e tem a capacidade de mobilizar melhor os poucos minerais do solo, sendo uma cultura recuperadora, especialmente em policulturas.

Plantando no meio do mato

A nossa meta é que a terra ficque melhor cada ano que passa, impossível com as estratégias locais de plantio ( arado, capina etc.). Este anos estamos experimentando com um jeito ousado de plantar ( e que os vizinhos acham absurdo!): os matos são roçados ( cortados rente ao chão), e faixas de 30 cm são capinadas neste material, tomando cuidado de cortar bem as raízes dos matos nestas fixas para deixar espaço para as raízes das culturas.

Estas faixas são adubadas com cama de galinheiro, os pós minerais ( rocha, calcária, farinha de osso, barro, cascas carbonizadas de caju) que são incorporadas superficialmente ao solo.

Neste material planta-se feijão de corda, milho ( ou sorgo), girassol e guandu, num espaçamento de 40 cm. Sabemos que vão aparecer outras culturas na cama de galinheiro: maxixe, tomate, pimenta, pimentão, leucena, etc. completando estas policulturas. Se o mato começar a dominar as policulturas, as bordas das faixas serão capinadas uma vez, até as culturas sombrearam os matos. Isto foi a estratégia usada no plantio do campo de feijão de corda, e funcionou muito bem.

Mas percebemos que estas estratégias só funcionam em terras mais adubadas, que favorecem as culturas ( que são mais exigentes do que os matos locais). Têm duas vantagens nestas estratégias:
Ø fica uma grande massa orgânica no solo, tanto da vegetação cortada, quanto o tapete de raízes que ficou por baixo da terra, que normalmente seria exposta pela aração. Esta massa aduba a terra sem portanto esgotar o teor em matéria orgânica, o que acontece com a aração;
Ø Gasta-se menos da metade de adubos, já que só se aduba nas faixas e não o campo todo. Depois as próprias policulturas vão melhorar a fertilidade do solo.

Estamos fazendo vários campos com esta estratégia, para aproveitar as últimas chuvas, implantando feijão de corda e depois melancia e maxixe, todas culturas que estendem e abafam os matos. Mas vamos experimentar num campo maior o ano que vem, para ver se é possível de implantar campos de milho e feijão desta forma. A chave é se as culturas conseguem dominar e sombrear os matos. Acho que estamos aproximando uma nova maneira de plantar – ou não!!!.. Só o tempo mostrará....

domingo, 8 de março de 2009

Curso de Agroecologia, Bloco 2: Transformando a paisagem: Captando a água

Com Marsha Hanzi Dia

14 de março, Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia

No Sertão perde-se 80% da água que cai do céu. As técnicas de manejo, acopladas com o desmatamento da região, exacerbam a situação, transformando uma paisagem SEMI-árida numa paisagem árida.

Neste curso de um dia vamos examinar as muitas técnicas para tornar uma paisagem mais úmida e resistente aos episódios de seca.

Assuntos:
Leitura da paisagem: oportunidades, desafios Criação de micro-climas
Captação de água in situ conforme as estratégias da Permacultura
Uso da vegetação para aumentar a umidade
A relação da adubação orgânica e a capacidade de retenção de água

Horário : 9:00 - 16:00
Preço: R$10, inclui almoço e material didático
Local: Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia
Reservas de vaga: Até quarta-feira no mhanzi@yahoo.com

Curso aberto, sem restrição de idade ou escolaridade. Fornece-se certificado.

Acesse: www.marsha.com.br

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Curso profissionalizante: Agroecologia para o Sertão

Com Marsha Hanzi,
Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia
Fevereiro - Agosto , 2009

A região de Tucano está-se desertificando. O desmatamento das áreas de captação de água (nos tabuleiros e nas encostas) e o colapso do manejo tradicional, com rotação de culturas e períodos de descanso das terras, está provocando o colapso da agricultura. Hoje o (pouco) produto não paga mais o investimento e nossos filhos mais brilhantes vão para outras regiões. Em desespero os agricultores apelam aos adubos químicos, selando a sentença de morte dos solos pobres e esgotados.

Ironicamente esta região tem tudo para ser um paraíso, com duas épocas de plantio, ampla água no sub-solo e muitas árvores, produzindo frutas da mais alta qualidade, castanhas, madeiras e forragem. Grandes mercados ficam a poucas horas de distância.

Aplicando as estratégias da agroecologia, a região pode - se transformar num celeiro de alimentos orgânicos, com paisagens lindas e fecundas, um exemplo para o Brasil todo. A agricultura pode-se transformar numa ocupação prazerosa, ao mesmo tempo criando uma renda estável para o agricultor.

O momento é crítico. Temos pouco tempo para reverter a situação, que é agravada pelo colapso do sistema financeiro mundial. Não há para onde ir. Dentro de pouco pode não haver por onde apelar, se faltam alimentos na nossa região.

Este curso prático visa preparar novos profissionais visionários (agricultores, extensionistas, educadores, políticos) que ajudarão a transformar este quadro. Aponta em primeiro lugar a uma mudança de valores, onde se visa qualidade de vida em vez de dinheiro a qualquer custo. Esta qualidade de vida se estende a todos os seres vivos, onde se cria espaço para pássaros, florestas, antas e tamanduás, borboletas e flores silvestres. É resgatar a poesia da lida com a terra, ao mesmo tempo criando uma renda respeitável. Será mostrado que, com o uso intenso do espaço, pode-se viver bem com três tarefas de terra, ou criar sistemas agroflorestais que, uma vez implantados, se sustentarão praticamente sem intervenção.

Embora de nível universitário, o curso está aberto a todos que desejem criar uma nova visão para a região, sem restrição de idade ou formação acadêmica.

Acontecerá ao longo do ano, em aulas avulsas, no Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia, uma propriedade de 50 tarefas em pleno processo de transformação. Ao longo do ano os participantes implantarão jardins agroflorestais, policulturas, sistemas de captação e manejo de água e sistemas para animais. Criarão micro-climas, aproveitando de todas as oportunidades que a paisagem oferece.

Pode-se participar naqueles blocos que interessam (com mini-certificado para cada aula), ou fazer o processo todo, que inclui dias de campo, leitura e implantação de um campo próprio, pleiteando no final o certificado do “Curso Técnico em Agroecologia” depois de passar por um painel de peritos. Este certificado tem o aval do Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia e do Instituto de Permacultura da Bahia, hoje reconhecidos no Brasil como na vanguarda do movimento de agroecologia



Agenda (Sábados)

28 de fevereiro: A razão do colapso da agricultura no contexto mundial. O nascimento de uma nova forma de ocupar a terra; mudanças nos valores, estratégias e técnicas na produção de alimentos. O ecossistema como modelo agrícola. Peculiaridades da agricultura no Sertão.

14 de março: Estratégias para a captação e conservação da água no campo:
Ø Uso da vegetação
Ø Movimentação de terra

21 de março: Festa do equinócio – começo da época de plantio.
Ø A questão da biodiversidade; Troca de sementes, plantas.

25 de abril: Como criar um solo fértil:
Ø Com o manejo da vegetação e da microvida
Ø Com o uso de minerais naturais (pó de pedra, farinha de osso, etc.)

9 de maio: Policulturas: muitos elementos no mesmo espaço, mais produção, com recuperação do solo.

23 de maio: Como integrar árvores num sistema agrícola
Ø Como elemento principal ( agroflorestas)
Ø Como suporte para roças e sistemas animais

13 de junho: Integrando elementos nativos num sistema agrícola: aumento de fertilidade, mais estabilidade, outros produtos, beleza. “Culinária silvestre”

21 de junho: o Solstício, o dia mais curto do ano. Celebração.

25 de julho: A integração de culturas permanentes com culturas anuais.

8 de agosto: O Paraíso em um hectare (3 tarefas) de terra. Qualidade de vida em pouco espaço físico. Estratégias da Permacultura.

22 de agosto: Painel de avaliação.

20 de setembro: “Pow-wow” Equinócio .Celebração do final da época de plantio.
Entrega de certificados.

Todas as aulas incluem exercícios práticos de campo

Dias de Campo

Os participantes podem combinar outros dias de campo além das datas agendadas, mínimo 10 dias, quanto mais, melhor.

Março: 23
Abril: 4, 18, 21
Maio: 2, 16, 30
Junho: 20, a semana de São João
Julho: 18
Agosto: 1,8,15

Preço: R$10,00 por dia de aula. Inclui o almoço, material de leitura e mini-certificado. Não fornecemos cadernos, lápis etc. que ficam a cargo do participante.
Dias de campo: 2 kilos de alimentos como contribuição para o almoço
Hospedagem para o fim-de-semana todo R$50 (sexta - domingo)

Horário: Aula: Cheguem às 8:30. Começaremos rigorosamente às 9:00 Termino às 16:00.
Dias de campo : 8:00 – 12:00 (com o almoço) Os participantes podem continuar os trabalhos às tardes, ou aproveitar para pesquisar na biblioteca ou assistir DVD´s.

Matrícula: Até as quartas-feiras antes dos dias das aulas. Isto é importante para a preparação do material didático e dos alimentos. Confirmar com Marsha no marizaepicentro@yahoo.com.br, ou em pessoa. (Não temos telefone.) Pagamento na chegada.

Podemos agendar transporte, saindo de Tucano às 7:30, a combinar. Custo aproximadamente R$6 por pessoa (ida e volta), conforme o número de passageiros.

A Instrutora: Marsha Hanzi,

Suíça – Norte-americana formada em antropologia ecológica pela Universidade de Flórida. Na Suíça participou no começo do movimento de agricultura orgânica. Se formou em Permacultura no Havaí em 1992, fundando em seguida o Instituto de Permacultura da Bahia, o primeiro no Brasil. O Instituto hoje administra o “Projeto Policulturas” envolvendo 1,000 famílias agrícolas na região de Irecê e Cafarnaúm. Em 2003 Marsha mudou para Tucano, para uma terra arenosa e severamente degradada, onde hoje implanta seu Paraíso.

www.marsha.com.br marizaepicentro@yahoo.com.br www.permacultura-bahia.org.br

Nós humanos somos tão criativos. Já criamos tantas coisas,
inclusive guerras. Porque não o paraíso?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Carnaval


Encontro com os pais dos estagiários que já passaram por Marizá,
para matar a curiosidade e conhecer a Marsha,
(e para Marsha conhecer vocês!).

Passeios, filmes, descanso, comida deliciosa etc.
R$30 por dia, chegada e saída livres.

Não Percam!

sábado, 12 de julho de 2008

Retiro de Sonhadores

Retiro de Sonhadores
Ou
"Eu quero uma casa no campo"
30 de agosto – 7 de setembro 2008
Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia
Tucano, Bahia
Com Marsha Hanzi

Ao contrário da maioria dos cursos no Epicentro, que são dirigidos a jovens profissionais em agroecologia, esta vivência é para quem sonha morar no campo e não sabe absolutamente nada. Nunca colocou uma semente no chão, na saberia distinguir um pé de jurema de um pé de jurubeba.

Vamos mostrar que esta vida é viável, prazerosa e profundamente interessante. Vamos mostrar como uma família pode viver bem em um hectare de terra (10,000 metros quadrados), que lhe fornecerá alimentos, flores, material de construção, perfumes e sons deliciosos, alimentos para os corpos físicos e sutis.

Os participantes vão perceber como um pedaço da Mãe Terra é uma janela para o universo, conectando-nos a todas as dimensões, fonte de todas as informações que precisamos para ter uma vida plena, em harmonia com a nossa essência mais profunda.

Vamos argumentar que, enquanto o Mundo Tecnocrata foi desenvolvido por um punhado de poderosos para manter os humanos escravizados e temerosos, convencidos que "emprego" e "dinheiro" são sinônimos de "sobreviver" , podemos transformar este mesmo mundo em Jardim! O Ser Humano é incrivelmente poderoso na sua capacidade de criar.

Nesta vivencia vamos ensinar como se planta uma árvore, como implantar uma horta, mesmo em areia branca ( nosso caso no Epicentro), como aproveitar adubos locais para tornar a terra fértil. Vamos visitar os campos de plantio e de experimentação do Epicentro, vendo as mais diversas formas de manejo e de combinações de plantas. Os participantes terão a oportunidade de implantar pequenos projetos próprios.

Vamos nos dar conta que podemos nos alimentar de um pedaço de terra surpreendentemente pequeno. Em troca, recebemos a nossa autonomia de volta, podendo decidir o ruma do nosso dia, que se transforma em obra de arte. Podemos sentir orgulho de ser humano. Podemos tornar nosso pedaço de terra um local de inspiração para todos que o conhecem, uma arma sutil da libertação dos Homens e das Mulheres deste belo Planta Azul.

(É nossa esperança que os participantes desta vivência criem laços afetivos entre si , transformando-se em grupo de apoio e de amizade,)

Datas: 30 agosto – 7 de setembro ( ou mais!)
Taxa: R$40 inscrição + R$300 ( 2X R$150)
Alimentação: Sertaneja, com opções para vegetarianos,a maior parte produzido no local ou na vizinhança
Hospedagem: Na Casa de Visitas, quartos para 2 – 4 pessoas ( 15 pessoas) ou em barraca
Clima: quentinho de dia, fresco a noite.
Estágio, cada semana subseqüente ao curso: R$50 por semana + 6 horas de trabalho diário. Recomendamos calorosamente que os participantes da vivência fiquem para pelo menos mais uma semana de estágio, para colocar em prática tudo que aprendeu. Setembro é o começo da época da colheita.

Informações:
www.marsha.com.br
Contato com Marsha Hanzi:
mhanzi@yahooo.com

Curso: Agroecologia para o Sertão

Curso: Agroecologia para o Sertão
Curso profissionalizante com certificado
9-16 de agosto 2008
Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia

Este curso é baseado no artigo "Seis Passos para um Sertão Sustentável" de Marsha Hanzi. Cada dia será dedicado a um dos passos da sustentabilidade e como estão sendo aplicados no Marizá Epicentro. Estes passos são:
Ø Quebra-ventos
Ø Cobertura do solo
Ø Biodiversidade (Policulturas e agroflorestas)
Ø Adubos locais (Compostagem, húmus de minhoca, farinha de osso caseira, bio-fertilizantes, manejo de estercos etc.)
Ø Manejo dos animais
Ø Estratégias para a captação de água

Como agosto é o final da época de plantio, os participantes terão a oportunidade de avaliar os resultados das experiências no Epicentro e participar na colheita dos produtos.

É uma época bela no Sertão, ainda fresca e verde, com abundância de produtos recém colhidos.

Em todos os cursos no Epicentro, os participantes tem a oportunidade de aprender as técnicas energéticas da agricultura moderna, tais como radiestesia, toque quântico, kinesiologia e comunicação com a Natureza. Terão a oportunidade de aplicar as técnicas num "jardim particular" ao qual se dedicarão durante a semana. É um curso prático.

Recomenda-se que os participantes fiquem para uma ou mais semanas de experiências depois do curso, para aprofundar os seus conhecimentos.

Favor ler o artigo "A Agroecologia não é uma nova forma de agricultura" para entender o sentido mais profundo deste curso.

Preço : R$300 (2X R$150)+ 40 de inscrição, preço fixo. O preço inclui hospedagem e material didático.

Semanas de experiências: R$50 por semana + 6 horas de trabalho por dia

Instrutora: Marsha Hanzi e a equipe do Marizá Epicentro

www.marsha.com.br
www.marizaepicentro.blogspot.com
marizaepicentro@yahoo.com.br

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Agricultura Silvestre 22-28 de junho

  • Curso com certificado do Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia - Ministrado por Marsha Hanzi.

  • A Mãe Natureza cuida dos seus filhos. Em cada lugar ela oferece tudo em abundância: alimentos, material de construção e forragem para os animais. Conhecendo as plantas silvestres e integrando-as num sistema agrícola, é possível diminuir o esforço e melhorar e estado da propriedade já que estas plantas são apropriadas para o local onde se encontram, produzindo com um mínimo de cuidado.
  • Nesta vivência de uma semana os participantes conhecerão as formas diversas que o Epicentro integra as plantas silvestres no sistema, como alimento, forragem melhorador do solo e fonte de composto. Vão experimentar receitas de quinze destas plantas e aprender como incluir as plantas nativas nas misturas de policulturas anuais.
  • É uma semana leve e prazerosa, que inclui visitas ao povoado local ( Creguenhem) para as festas juninas. Limite de 15 pessoas. Recomenda-se inscrição antecipada, que a procura nesta época do ano é intensa.
  • Curso Agricultura Silvestre com material didático, hospedagem e alimentação inclusa
  • Duração: de 22 a 28 de Abril de 2008
  • R$ 300,00 (divididos em até 2 pagamentos) + 40,00 de inscrição
  • Estágio Semanal, após o curso Vivências: R$ 50,00 por semana + 6 horas de trabalho por dia.
  • Venha participar de uma celebração mágica e inesquecível!

Vivendo em Comunhão com a Natureza


terça-feira, 1 de abril de 2008

Dias de Chuva!!



As águas chegaram em Marizá!

sexta-feira, 21 de março de 2008

A AGRICULTURA INTUITIVA É:

Afagar a Terra, conhecer os desejos da Terra, reconhecer o cio da Terra e a propícia estação;

Produzir alimentos únicos com altíssimo valor vibracional;

Curar a Terra e ser curado por ela, tornando-se íntimo da Natureza;

Criar uma nova forma de ocupar o Planeta;

Aprender a acessar informações do sistema agrícola diretamente: onde e quando plantar, manejo, etc.;

A criação de ecossistemas agrícolas, uma nova versão do Jardim de Eden, riquíssimo em biodiversidade, cheiros, beleza, e Vida.

Curso: Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia
Instrutora: Marsha Hanzi ,
com auxílio de Claudia Dornelles, sensitiva e profissional em Feng Shui para jardins.

Datas 11-25 de abril ( começo da época de plantio)
Povoado de Marizá perto de Tucano, Bahia
Taxa: R$ 640, sendo R$40 na inscrição e 3X R$200
Mais detalhes no nosso blog:

marizaepicentro.blogspot.com


Atenção: Este curso muda vidas!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Agricultura Intuitiva


Agricultura Intuitiva em Marizá: 11 – 25 de abril, 2008

Agricultura Intuitiva em Marizá: 11 – 25 de abril, 2008
Nesta vivencia de duas semanas aprofundaremos um novo estilo de produzir alimentos, em cooperação com a Natureza, numa forma de trabalho intenso, apaixonante e alegre. Será mostrado como, com agroflorestas, policulturas e a produção local de adubos, se pode trazer um solo morto de volta à vida, oferecendo alimentos, perfumes e beleza para todos os seres num sistema semi-silvestre. Serão ensinadas técnicas energéticas de comunicação com a Natureza e revitalização do sistema através de kinesiologia (pêndulo, etc.), visualizações, florais (www.perelandra- ltd.com) e a transmissão de energia pelas mãos (“Toque Quântico” : www.quantumtouch. com).
O nosso modelo e inspiração é “O Jardim de Éden”, o paraíso perdido do qual a humanidade tanto sonha, onde o homem e a Natureza se integram e todas as necessidades são supridas. Contamos com a presença de Claudia Dornelles, médium e paisagista, profissional nas técnicas de Feng Shui.O Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia é um sítio de sete hectares num belo vale do Sertão baiano, perto da cidade de Tucano, ao norte de Feira de Santana.
Foi fundado por Marsha Hanzi, fundadora do Instituto de Permacultura da Bahia, com longa experiência com o sistema de agroflorestas sucessionais de Ernst Götsch. Apesar da propriedade contar com um vortex natural que alimenta a região com vitalidade, na hora da compra em 2003 era uma terra morta, de areia nua, com sete árvores na propriedade toda. Hoje, depois de quatro anos de atividades intensas, é verdejante e belo, com milhares de árvores novas e uma infra-estrutura que acolhe 30 pessoas.
O Epicentro oferece cursos ao longo do ano e um programa de estágios. Este curso dará o ponto de partida da época de plantio, que começa em maio com a chegada das chuvas, e os participantes poderão ficar para participar nas atividades de implantação dos campos novos. (Só se pede R$50 por semana para ajudar nas despesas.)
Preço do curso: R$640, (inclui hospedagem, alimentação e material didático) sendo R$40 na inscrição e o restante na chegada. Pode-se dividir o valor em até três vezes. O valor da inscrição não pode ser reembolsado, mas pode ficar para outro curso ou ser transferido para um participante substituto.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

O que é "A Agricultura Intuitiva"?

O nosso corpo energético está sempre fazendo interface com as energias do ecossistema local. Como a dinâmica de base da Natureza é o equilíbrio, cada intervenção nossa suscita uma resposta da Natureza, como se fosse um baile, dois para cá, dois para lá... Estamos sempre impactando a Natureza, com nossas ações, pensamentos, emoções e sons e ela respondendo conforme a natureza do impacto. É possível que este impacto aconteça de uma forma mais consciente e harmoniosa, utilizando todos os recursos físicos e energéticos que hoje estão ao nosso alcance. Os recursos de cura para o corpo humano servem também para acelerar a cura de um sistema doente: cristais, visualizações, florais, formas geométricas, entre outros. É claro que não são suficientes em si, como não seriam suficientes para um corpo, se este fosse mal-alimentado. É preciso que hajam ações também no plano físico (adubos, manejo etc.)Para que esta cura aconteça da maneira mais precisa possível, utilizando-se o recurso apropriado na hora correta, é necessário haver uma forma de comunicação com a inteligência da Natureza, para acessar diretamente as informações do sistema. Isto se faz através do corpo energético, utilizando a kinesiologia (pequenos movimentos musculares) ou o pêndulo. Esta técnica foi muito bem desenvolvida pela pesquisadora intuitiva Machaelle Small-Wright ( www.perelandra- ltd.com), chegando a processos precisos de planejamento, limpeza e calibração do sistema agrícola em cooperação com a Natureza. Utilizamos estes processos para planejar e implantar o Projeto Marizá. Com o tempo cria-se um diálogo com a Natureza, onde é possível canalizar informações bastante complexas do próprio sistema, mesmo sem ser médium por nascimento. Além do corpo de conhecimentos de Perelandra, existem muitas formas de aumentar a energia do sistema. A chave parece ser o paramagnetismo, muito favorável às plantas, que é aumentado através de pós de pedras paramagnéticas (como o basalto), formas geométricas (labirintos, torres, e estruturas geométricas em cobre), fogo (agni-hotra) , padrões energéticos (radiônico) e sons (até os sons dos passarinhos e insetos (sonic bloom). Esta ciência é incipiente no que se refere à agricultura, não tanto por ser nova quanto por ter sido reprimida pela ciência materialista desde os anos 40. Marizá é um laboratório aberto para esta nova dimensão de trabalho na terra. É interessante apontar que o terreno de Marizá já conta com um vortex natural, localizado no centro do Santuário da Natureza (uma área sem intervenção humana, no centro do terreno). Apesar do aspecto bastante seco do lugar, os visitantes de Marizá percebem o alto nível energético. (Pessoas mais sensíveis podem sofrer de dores de cabeça até o corpo se acostumar com a nova frequëncia.) É um lugar bastante revitalizador, que abre portais para profundos contatos consigo mesmo e com a Natureza. Por este motivo oferecemos retiros de transformação em Marizá (O Retiro da Borboleta), já que a energia do local favorece estas mudanças profundas. Estes trabalhos energéticos só servem para aumentar a potencialidade natural do lugar. É claro que os produtos da nossa terra, além de orgânicos, também têm um alto nível energético.

Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia

Quatro anos atrás a área contou com sete hectares de areia pura, num belo vale luminoso. Hoje contamos com uma infra-estrutura que abriga grupos e estagiários nas mais variadas atividades e centenas de árvores novas crescendo num espaço vibrante.Nossos trabalhos se baseiam na ecologia e no desenvolvimento da comunicação intuitiva com a natureza do local, que chamamos de "Agricultura Intuitiva"(veja texto abaixo).

Os meses de maio a julho são reservados para o plantio de árvores e culturas anuais. São meses alegres, de muito trabalho e muito convívio, partilhas, música, comida maravilhosa e a oportunidade de ver como o Sertão é belo, verde, e abundante. Durante o resto do ano oferecemos cursos e vivências, e fazemos manutenção dos campos implantados. Gostamos de receber estagiários em qualquer época onde não houver cursos.
Agenda para 2008:
Abril 11-19 : Resgatando o Jardim de Eden. Todos lamentamos a perda do "Jardim no Paraíso" onde viviamos profundamente imersos na Natureza e ela nos nutria diariamente com sua abundância. De fato, a palavra "Paraíso" vem da palvara persa "Paraízo" que significa Jardim. Nós, seres humanos, estamos cansados da feiura, estresse e materialismo do mundo industrial e agora, mais do que nunca, sonhamos com uma vida lenta, com amigos, num lugar da Natureza, o "Paraiso perdido". Nosso estilo de vida em Marizá já aproxima este ideal e o lugar, antes estéril e improdutivo, está respondendo lentamente aos nossos cuidados.
O local contém um vórtex natural poderoso, tornando-o mágico e multi-dimensional apesar da sua aridez aparente. Nesta vivência de uma semana vamos aprofundar a imagem interna do Jardim Sagrado, desenhando nosso Jardim ideal, ao mesmo tempo freqüentando e conhecendo os espaços de Marizá, sua terra, as plantas e animais, o labirinto, os vórtices de energia que, embora invisíveis, nos revitalizam. Aprenderão técnicas simples de implantar hortas-mandalas, labirintos, pomares, campos de cultura, dando começo ao sonho pessoal e da Mãe Terra, que também deseja ser bela e produtiva. É uma semana leve e prazerosa, com aulas, vivências silenciosas no campo, fogueiras, partilhas e muito tempo para conversar com amigos novos.Será o ponto de partida para a nossa época de plantio.
Os participantes podem ficar mais dias, ajudando nos trabalhos de campo, aumentando cada vez mais a confiança na sua habilidade de acessar as informações diretamente da Mãe Terra.
R$340 (hospedagem completa) sendo R$40 inscrição e 2XR$150.
Estágio depois da vivência: R$50 por semana + 6 horas de trabalho por dia.
Visitantes (sem trabalho) R$25 por dia.